
Yeda balança mas não cai;
a Brigada não deixa =P
Brincadeiras à parte, o governo Yeda-Feijó não vai sair de cena. Apesar de todas as denúncias do PSOL no início do ano, corroboradas pela revista Veja (mais do que nunca, atuando como uma facção do PSDB paulista, que quer desvincular a imagem de Serra-2010 da atrapalhada e impopular tucana do Rio Grande do Sul) e pelo oportunista Feijó (vice-governador, do DEM), Yeda não deve sair do Palácio Piratini antes do fim do seu mandato. A pressão popular tem funcionado ainda em escala reduzidíssima, talvez porque o grosso da população gaúcha não vislumbre uma alternativa de fato à política eleitoral renovada a cada quatro anos. Na verdade, os próprios partidos tem se apresentado como defensores da ética e tudo mais, na disputa pela projeção de uma melhor imagem para as eleições do ano que vem.
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